quinta-feira, 25 de maio de 2017

AVISO-PRÉVIO DE GREVE PARA O DIA 26 DE MAIO DE 2017 (Sexta-feira)

AvPrevGreve26052017.pdf

com o objectivo de lutar pelo:

AUMENTO GERAL DOS SALÁRIOS;
DESCONGELAMENTO DAS CARREIRAS;
FIM DA PRECARIEDADE;
REFORÇO DE PESSOAL;
 35 HORAS PARA TODOS;
e, CONTRA A MUNICIPALIZAÇÃO.





É PRECISO PROMOVER O AUMENTO GERAL DOS SALÁRIOS Só assim será dado início à recuperação das perdas salariais registadas nos últimos anos, em resultado do congelamento dos salários desde 2009 e das carreiras, desde 2005. É PRECISO DESCONGELAR AS PROGRESSÕES, AS PROMOÇÕES E A VALORIZAÇÃO DAS CARREIRAS Esta é a única forma de retomar o direito à carreira profissional na Função Pública, posto em causa com a revisão do sistema de carreiras instituído a partir de 2008. A PRECARIEDADE NA FUNÇÃO PÚBLICA NÃO PODE CONTINUAR É preciso concretizar, de imediato, a integração nos mapas de pessoal, de todos os trabalhadores com vínculo precário, a exercerem funções que correspondem a necessidades permanentes dos serviços. REFORÇO URGENTE DE PESSOAL É preciso admitir novos trabalhadores para colmatar a falta de pessoal nos serviços. AS 35 HORAS SEMANAIS DE TRABALHO SÃO PARA TODOS Quase decorrido um ano, milhares de trabalhadores com contrato individual de trabalho, a exercerem funções na Função Pública, continuam sem o direito às 35 horas semanais de trabalho. É preciso cobrar a promessa feita pelo Governo – as 35 horas semanais de trabalho são para todos! NÃO À MUNICIPALIZAÇÃO O processo de municipalização que o Governo do PS pretende concretizar – que se traduz na transferência de competências essenciais da Administração Central para os municípios ou comunidades intermunicipais – traduz-se na subversão do modelo de Administração Pública constitucionalmente estabelecido e põe em causa os princípios fundamentais da equidade e da universalidade no acesso aos serviços públicos. Tal como já aconteceu com outros processos de delegação ou de transferência de competências do Poder Central para o Poder Local, concretizados por governos do PS ou do PSD, com ou sem CDS, os trabalhadores da Função Pública serão particularmente afectados, ficando em risco o direito à estabilidade de emprego.

http://www.stfpsn.pt/sites/default/files/Binder1.pdf

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