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quarta-feira, 2 de maio de 2018

Sobre o inquérito realizado sobre os Assistentes Técnicos e Operacionais

O blog COMREGRAS

http://www.comregras.com/resultados-do-inquerito-a-realidade-dos-assistentes-operacionais-nas-escolas/

http://www.comregras.com/resultados-do-inquerito-a-realidade-dos-assistentes-tecnicos-nas-escolas/


Só faltava cruzar tempo de serviço Vs Vencimento Vs Idade :)




Aqueles 2,6% são as chefias que auferem 1200 Euros :)

 Curiosidades... 

respostas inquérito AO = 176 (30% dos 811)  ao AT=156 (21% dos 811)




  
 Sobre os Assistentes Operacionais

82% das Escolas/Diretores assume falta de funcionários AO

Não têm funcionários acima dos 60 anos ? Duvido!


50% sem formação certificada ? Só ? Parece-me que alguns Diretores assumem das formações ministradas por psicólogos ou primeiros socorros, como certificadas pela DGAE.


93,7%  Diretores insatisfeitos com o processo de recrutamento AO


41,5% aufere dos Assistentes Operacionais recebe o ordenado mínimo. 


Que motivação!

Só 1,1% aufere acima dos 650 euros... estes são os Coordenadores :)


sexta-feira, 12 de maio de 2017

A LER - Blogue Oficial de Justiça - "Gratuita para Todos os Trabalhadores"


Justiça Gratuita para Todos os Trabalhadores


http://oficialdejustica.blogs.sapo.pt/justica-gratuita-para-todos-os-325139


"Os trabalhadores portugueses que tenham problemas laborais com as suas entidades patronais e queiram propor ações em tribunal contra as mesmas, em defesa dos seus direitos laborais, podem fazê-lo de forma completamente gratuita.
      Não têm que pagar taxas de justiça nem sequer honorários a advogados, basta-lhes com apresentar o seu caso aos Serviços do Ministério Público junto de um Tribunal do Trabalho.
      Nesses serviços, o Ministério Público, disponibiliza um atendimento dos trabalhadores, efetuado por um Oficial de Justiça que prestará a informação necessária, escreverá o que o trabalhador disser e colocará a situação à apreciação de uma Procurador da República que, caso veja haver necessidade de interpor uma ação em tribunal, irá fazê-lo e irá representar o trabalhador, em sua defesa, contra a entidade patronal.
      Este serviço prestado pelo Ministério Público e, normalmente, por Oficiais de Justiça e Procuradores da República especializados nas questões laborais, recorda-se, é completamente gratuito e, salvo raras exceções, costuma ser geralmente rápido.
      Note que nem sequer tem que provar que não tem posses para propor uma ação ou pagar a um advogado. Não se trata de ter apoio judiciário. O serviço é prestado gratuitamente a todos os trabalhadores, apenas por serem trabalhadores, independentemente da sua condição laboral, social ou económica. E isto não é nada de novo; é velho de há muitos anos, embora nem sempre suficientemente divulgado.
..."

sexta-feira, 28 de abril de 2017

Novo Blogue "detrelodamalhada" - de um colega nosso

Mais um brincalhão online :)  nosso colega. 

O logótipo não obedece às regras dos candeeiros... 

Mas o Pedro dos Leitões pode contar com a minha visita no dia da tolerância, se a A1 não estiver uma pocilga.

a visitar aqui https://detrelodamalhada.wordpress.com/

https://detrelodamalhada.wordpress.com/

domingo, 22 de janeiro de 2017

São poucos os ("Ex") Diretores que reconhecem o trabalho do Pessoal NÃO DOCENTE

 Ainda são poucos os Professores que reconhecem o trabalho de quem trabalha, que defendem quem pertence à mesma equipa, bem, se calhar nem todos pensam em equipa, pois... 

Recomendo leitura

Luís Braga - Blogue COMREGRAS - "Assistentes operacionais: salário mínimo em troca de uma facada?"

 

Tenho de lançar uma farpa... perdoem-me... Mas por vezes não consigo! Alguns professores pagam o dobro à empregada de limpeza lá de casa do que um auxiliar ganha na escola... bem sei que me vão dizer que não devo misturar as coisas etcc e tal... Mas respeito por quem trabalha com um valor hora miserável de 3,67 euros/hora... não querendo ser mauzinho, recordo que alguns professores auferem mais de 20 euros/hora... portanto, a minha sugestão é respeito!!!

As empregadas de limpeza, de algumas casas, estão a ser pagas a 6/7/8 euros/hora... não menosprezado o seu serviço, que deve ser pago conforme o acordado, apenas para comparação, estas não lidam com menores, não estão sob determinados regulamentos que pode ter como implicação a interdição de contacto com menores, a interdição de concorrer a procedimentos concursais da adminsitração pública, entre outras coisas...

Um auxiliar = assistente operacional aufere por hora em 2017  o valor 3,67 euros/hora... BRUTOS!!! 

Já agora, um assistente técnico, ganha brutos, 4,50 euros/hora...

  Aproveitando o momento, sei que alguns professores estão a receber inquéritos (muitos deles ILEGAIS!!! mas isso são outras núpcias) para avaliarem a prestação de determinados funcionários, e muitas vezes só com 3 questões... e possibilidade de seleção tipo " Limpou MAL? BEM ? MUITO BEM?" - Tenham o cuidado de saber quem é que estão a avaliar e se é correto o procedimento... a partir do momento que aceitam preencher, responsabilizam-se pelas consequências no caso de contestação administrativa.


terça-feira, 5 de julho de 2016

Debater a Escola Pública - Tema "Férias Escolares"

Na sequência do manifesto assinado por vários blogues, decidiu-se que todos os meses se debateria um assunto comum lançado a partir do blogue ComRegras. Este mês, o tema é "as férias escolares".


Que alunos podem ter férias ? ver exemplo da Autarquia de Matosinhos - http://www.cm-matosinhos.pt/pages/3?event_id=3770


"As inscrições abrem na próxima segunda-feira, dia 13 de junho, e podem ser feitas no Centro de Desportos e Congressos de Matosinhos e nas Piscinas Municipais de Matosinhos.

Os campos de férias distribuem-se ao longo de cinco semanas: 27 de junho a 1 de julho / 4 a 8 de julho / 11 a 15 de julho / 18 a 22 de julho / 25 a 29 de julho.

O preço, a partir de 75 €/semana, inclui almoço, seguro e transporte entre atividades. Há descontos para utentes da Matosinhos Sport e na inscrição de dois ou mais filhos. Para mais informação, consulte o regulamento e preencha a ficha de inscrição disponível em www.cm-matosinhos.pt e www.matosinhosport.com e em facebook www.facebook.com/CamaraMunicipalMatosinhos e www.facebook.com/Matosinhos.Sport."


 Mas a maioria das Autarquias funciona da mesma forma! 75Eur/80Eur/100Eur...SEMANA

Portanto, os miúdos ficam dois, três meses em casa, fora as pausas / interrupções letivas durante o ano! Os Pais continuam a trabalhar, como é que podemos controlar isto ? Grande parte das famílias não tem retaguarda familiar - avós , irmãos, tios...

Temos trabalhadores não docentes, que não têm férias, por vários motivos e algumas creches, exigem o gozo de 22 dias úteis de férias, isto é, entre julho e agosto, não permitem que a criança frequente, mais um problema para o trabalhador, uns não têm férias e outros não conseguem ter os 22 dias de férias nesses dois meses.

É muito frequente receber no serviço, contactos de encarregados de educação, a questionar quais são as atividades disponíveis pelo agrupamento para os alunos durante as "férias" (até me custa dizer férias, porque só sinto que seriam mesmo férias, se os putos estivessem comigo a brincar :) ), infelizmente a resposta é sempre - Não existe!

Porque não usarmos o grande espaço externo da maioria das escolas ? Abrimos aos alunos e estavam em segurança... com vigilância de adultos :) Que adultos ? Isso é outra conversa! Que não me vou esticar agora :) Mas temos pessoas suficientes para isso... 

(Férias.... não é para completar os programas , as aulas que não foram leccionadas!)

  
 Debater a Escola Pública - Tema "Férias Escolares"

O Meu Quintal
Coisas das Aulas
Correntes
Atenta Inquietude

 em atualização

terça-feira, 21 de junho de 2016

Manifesto Pela Escola Pública


Pela Escola Pública

Enquanto membros da comunidade educativa e autores de diversos blogues de educação, temos opiniões livres e diversificadas. Porém a Escola Pública sendo um pilar social, merece o nosso esforço para nos unirmos no essencial. Este manifesto é uma tomada de posição pela valorização e defesa da Escola Pública.

Constituição da República Portuguesa explicita o quadro de princípios em que o Estado, como detentor do poder que advém dos cidadãos, tem de atuar em matéria educativa. O desinvestimento verificado nos últimos anos, bem como a deriva de políticas educativas, em matérias como a gestão de recursos humanos ou a organização e funcionamento das escolas e agrupamentos, tem ameaçado seriamente a qualidade de resposta da Escola Pública.
Importa por isso centrar o debate público nos seus fundamentos:

Assegurar o ensino básico universal, obrigatório e gratuito e estabelecer progressivamente a gratuitidade de todos os graus de ensino;

Considerando o nível de desigualdade social instalado importa aprofundar um trajecto de gratuitidade dos manuais escolares e um reforço da acção social escolar.

Criar um sistema público e desenvolver o sistema geral de educação pré-escolar;

Dada a importância confirmada do acesso e frequência de educação pré-escolar é fundamental garantir a sua universalização geográfica e economicamente acessível a todas as crianças.

Garantir a educação permanente e eliminar o analfabetismo;

O ainda baixo nível de qualificação da população activa em Portugal exige uma opção política séria e competente em matéria de educação permanente e de qualificação.

Garantir a todos os cidadãos, segundo as suas capacidades, o acesso aos graus mais elevados do ensino, da investigação científica e da criação artística;

Para que Portugal possa atingir os níveis de qualificação de nível superior definidos no quadro da União Europeia, é fundamental que se assegure uma política em matéria de bolsas de estudo. Portugal é um dos países da União Europeia em que a parte assumida pelas famílias nos custos de frequência de ensino superior é mais elevada.

Inserir as escolas nas comunidades que servem e estabelecer a interligação do ensino e das actividades económicas, sociais e culturais;

A resposta de escolas e agrupamentos às especificidades das comunidades educativas que servem exige um reforço sério da sua autonomia. A centralização burocratizada e um caminho de municipalização que mantenha a falta de autonomia das escolas irá comprometer esse propósito. A autonomia das escolas deve contemplar matéria de natureza curricular, organizacional e de funcionamento escolar, bem como recuperar e reforçar a sua gestão participada e democrática.

Promover e apoiar o acesso dos cidadãos portadores de deficiência ao ensino e apoiar o ensino especial, quando necessário;

Proteger e valorizar a língua gestual portuguesa, enquanto expressão cultural e instrumento de acesso à educação e da igualdade de oportunidades;

A promoção de uma educação verdadeiramente assente em princípios de inclusão exige meios humanos, docentes e técnicos, apoio às famílias, revisão do quadro legislativo que suporta a presença de alunos com Necessidades Educativas Especiais nas escolas, autonomia de escolas e agrupamentos.

Nos últimos anos a Escola Pública, instrumento para que os deveres constitucionais do Estado sejam cumpridos no domínio da Educação, tem sido sujeita a múltiplas dificuldades, com cortes, com lançamento em cascata de medidas que a burocratizam de forma doentia e tentam degradar ou desvalorizar com base em rankings, diversos e dispersos, onde se compara o incomparável, muitas vezes baseados em frágeis indicadores administrativos e funcionais, e não pedagógicos ou educacionais.

A valorização social e profissional do corpo docente e não docente, em diferentes dimensões, é uma ferramenta imprescindível e a base para um sistema educativo com mais qualidade.

A Escola Pública precisa de mais respeito, mais atenção, mais investimento e mais capacidade de, sendo pública, de todos e a todos acessível, sem outro dono que não o povo português, ter margem para se autogovernar e se adaptar a cada comunidade local, sem se esquecer que existe para cumprir objetivos nacionais fundamentais.

Portugal, 21 de Junho de 2016


Subscrevem (por ordem alfabética):
Alexandre Henriques – ComRegras
Anabela Magalhães - Anabela Magalhães
António Duarte - Escola Portuguesa
Duilio Coelho - Primeiro Ciclo
José Morgado - Atenta Inquietude
Luís Braga - Visto da Província
Luís Costa - Bravio
Manuel Cabeça - Coisas das Aulas
Nuno Domingues - Educar a Educação
Paulo Guinote - O Meu Quintal
Paulo Prudêncio - Correntes
Ricardo Montes - Professores Lusos




segunda-feira, 6 de junho de 2016

Autor Convidado - POC(Eh)LARINHA

Apreciem o espírito critico desta personalidade. 
Um dia destes deixa-vos uma mensagem :)

Autor/a do Blog Pocehlarinha



quarta-feira, 8 de outubro de 2014

E Porque Não Acabar Também Com a Colocação dos Técnicos Especializados


... bem sei que está todo o mundo atento e preocupado com o fim da BCE

APROVEITEM E ACABEM COM AS OFERTAS DE ESCOLA para a colocação de Técnicos Especializados, é outra loucura obscena!

É mais fácil, ficar colocado como técnico, do que nas BCE, mesmo tendo errado nas respostas aos critérios. Por regra aos horários são anuais.. e quase completos. 

Já agora um pequeno comentário, sobre a tão desejada descentralização das colocações dos docentes, para que estes passem a ser do âmbito das direções - não se esqueçam que em dois tempos, com a forte influência política por parte das autarquias, que já se demonstra em muitos agrupamentos, os efeitos brevemente pode ser "assustador". Eu diria, voltem cíclicas voltem...



Artigo 271.º

Responsabilidade dos funcionários e agentes

1. Os funcionários e agentes do Estado e das demais entidades públicas são responsáveis civil, criminal e disciplinarmente pelas acções ou omissões praticadas no exercício das suas funções e por causa desse exercício de que resulte violação dos direitos ou interesses legalmente protegidos dos cidadãos, não dependendo a acção ou procedimento, em qualquer fase, de autorização hierárquica.

2. É excluída a responsabilidade do funcionário ou agente que actue no cumprimento de ordens ou instruções emanadas de legítimo superior hierárquico e em matéria de serviço, se previamente delas tiver reclamado ou tiver exigido a sua transmissão ou confirmação por escrito.

(…)

4. A lei regula os termos em que o Estado e as demais entidades públicas têm direito de regresso contra os titulares dos seus órgãos, funcionários e agentes.
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