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quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Inquérito a Estudantes no Ensino Superior - Trendence Graduate Barometer Europe 2014

Trendence Institute na maior pesquisa europeia sobre Educação e Carreira, o trendence Graduate Barometer Europe 2014, e convida os seus estudantes a participarem neste inquérito anual online, até dia 10 de fevereiro próximo, expressando a sua opinião sobre temas relacionados com os seus estudos e a sua carreira profissional.

https://collector2.s.trendence-survey.com/nq.cfm?q=7a4e3809-2ade-4506-8753-d8ceb858ee70


Bem-vinda/o à sondagem "trendence Graduate Barometer 2014 - Portuguese Edition"! 

Esta sondagem permite-lhe expressar a sua opinião sobre as profissões, carreiras e empregadores relevantes dentro e fora do país. 

As suas respostas são completamente anónimas. A trendence respeita os regulamentos da protecção de dados definidos. (Ver política de protecção de dados mais abaixo). 

A sondagem é fácil de preencher e demora aproximadamente 20 minutos a completar.
No final da sondagem poderá participar no nosso sorteio e ver os resultados seleccionados para Portugal e para toda a Europa. 

Sorteamos os seguintes prémios entre todos os participantes que preencheram completamente o questionário: 

5 x voucher Amazon, cada um no valor de €500
10 x voucher Amazon, cada um no valor de €200 

E agora divirta-se a responder às perguntas! 
A equipa trendence 

terça-feira, 11 de junho de 2013

Governo prevê subida de 20% no preço de petróleo



DOCUMENTO DE ESTRATÉGIA ORÇAMENTAL 2013-2017





I.3.3.Análise de Riscos do Cenário Macroeconómico
I.3.3.1. Principais Riscos Internacionais com Impacto na Economia Portuguesa

Em termos internacionais, os principais riscos relevantes para a economia portuguesa estão associados à intensificação da crise da dívida soberana na área do euro e à elevada incerteza quanto à sua resolução. Para além do efeito via expectativas dos agentes económicos, poderá ainda considerar-se um cenário de taxas de juro de curto prazo mais elevadas do que as definidas pelas hipóteses externas.

A possibilidade de subida do preço das matérias-primas, nomeadamente do petróleo (associado, por exemplo, ao agravamento de tensões geopolíticas no Médio Oriente) e dos produtos  alimentares, constitui igualmente um fator de risco acrescido tendo em conta o seu impacto sobre a taxa de inflação e, consequentemente, sobre o rendimento disponível real das famílias.

É também de referir o risco de sobreavaliação da recuperação da procura externa relevante, nomeadamente da dinâmica das economias fora da área do euro, com implicações na atividade económica interna.

Consideraram-se, individualmente, três tipos de choques exógenos, face ao cenário base: um aumento de 20% no preço do petróleo, uma trajetória de taxa de juro de curto prazo mais elevada em 1 p.p. e uma diminuição da procura externa em 1 p.p..

No primeiro caso, a simulação revela uma quebra mais acentuada do PIB real no ano do choque. Adicionalmente, assiste-se a uma variação em alta dos preços no consumidor, face ao cenário base, dado o impacto inflacionário do aumento do preço do petróleo. Esta subida também tem um impacto significativo no deflator das importações e, por essa via, implica uma redução do PIB nominal (face ao cenário base). Tendo em conta o peso das importações de combustíveis no défice da balança de bens, esta aceleração do preço dos bens energéticos importados traduz-se num impacto negativo no saldo da balança corrente.


"Para a economia portuguesa os principais riscos no horizonte de projeção são:

1. A intensificação da crise da dívida soberana e aumento da incerteza quanto à sua resolução, fatores que contribuem para uma deterioração dos níveis de confiança dos agentes económicos e para um aumento dos custos de financiamento. A concretização deste risco implica um menor dinamismo da procura interna na área do euro e favorece uma depreciação do euro em termos efetivos.
2. A intensificação dos efeitos adversos relacionados com a qualidade dos ativos dos bancos (stress bancário) a nível da área do euro, sobretudo num contexto de baixo crescimento e de necessidade de reforço dos balanços dos bancos.
3. A possibilidade de aumentos adicionais do preço do petróleo, em resultado do agravamento das tensões geopolíticas.
4. A instabilidade dos mercados obrigacionistas e cambiais a nível global associada à manutenção de elevados défices orçamentais e níveis da dívida pública no Japão e nos EUA;
5. A nível interno, o processo de desalavancagem do setor bancário, se demasiado abruto, implica repercussões no sector real da economia através da falta de financiamento destinado às empresas e às famílias com consequências no crescimento da economia e do emprego. A este respeito, o PAE prevê que o ritmo de desalavancagem possa ser ajustado para que o processo de ajustamento seja gradual e ordeiro.
6. A médio prazo existem riscos internos positivos devido à materialização dos efeito das reformas estruturais, uma vez que os potenciais efeitos sobre o produto daqui resultantes não foram incorporados nas atuais projeções."

in
http://www.portugal.gov.pt/download.ashx?media=/media/989698/20130430%20mf%20deo%202013%202017.pdf -

http://www.portugal.gov.pt/pt/os-ministerios/ministerio-das-financas/documentos-oficiais/20130430-mef-deo.aspx

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