sexta-feira, 27 de abril de 2018

Contabilidade Criativa By PocehLarinha


"Os técnicos altamente especializados da JPM ou a chamada contabilidade criativa…e depois os burros são todos os AT’s das escolas como declararam ao TdC? Já que são de Leiria, vocês merecem é aquele objeto fálico tão típico do vosso distrito…das caldas (como objeto decorativo nos vossos escritórios, claro está)"

... a LER


https://pocehlarinhav2.wordpress.com/2018/04/25/os-tecnicos-altamente-especializados-da-jpm-ou-a-chamada-contabilidade-criativa-e-depois-os-burros-sao-todos-os-ats-das-escolas-como-declararam-ao-tdc-ja-que-sao-de-leiria-voces-merecem-e-aquele/


Agora que estamos quase no deadline para entrega da gerência eletrónica ao TdC (salvo alguma prorrogação de última hora que pode ser pedida aquela entidade, caso seja necessário), convém esmiuçar agora sim certas afirmações feitas na atualização ao Contab SNC-AP, versão 4.1.3., de fevereiro de 2018, é dito na página 6 que, e passo a citar:
“ESCLARECIMENTO (CONTAB-POCE): Relativamente às escolas que no ano de 2017 tenham efetuado registos na conta 435 – Software”, os valores dessa conta não estão contemplados na estrutura do ficheiro do Balanço disponibilizado pelo TC, dado que a conta 435 não integra o plano base do POCE, embora possa ser criada para controlo interno de cada entidade. Dado que o Balanço a considerar na CGE é elaborado com base no balanço calculado e impresso pelo programa, face ao constrangimento anterior e para que a informação seja compatível, também no balanço impresso não é contemplada a conta 435. Não sendo considerados no Balanço eventuais valores registados na conta 435, os valores totais do Ativo vs Passivo + Fundos Próprios não ficam balanceados. Assim, tendo a questão sido colocada ao IGeFE, entidade que ordenou a criação da conta 435 para efeitos de mapeamento em 2017, obtivemos desse Instituto a orientação de que os valores refletidos na conta 435 deverão, excecionalmente no encerramento de 2017, serem considerados na conta 4299. Face ao exposto e exclusivamente para as escolas que tenham efectuados registos na conta 435, recomendamos os seguintes procedimentos: a) Comece por eliminar o Apuramento de Resultados (Doc. Nº 888888). b) No lançamento das amortizações (48 e 66) a registar antes do apuramento de resultados, eventuais valores da conta 435 devem ser considerados na conta 4299. c) Relativamente aos registos de aquisição de imobilizado durante o ano de 2017 que tenham sido registados na conta 435, com a data de 31/12 e o Nº DOC sequencial da contabilidade, efetuar o seguinte lançamento de regularização, pelo montante total das aquisições registadas no ano de 2017 na conta 435: Débito Crédito 435 …………… 511 (valor a negativo) 4299 ………….. 511 (valor a positivo) d) No caso do lançamento de abertura de 2017 incluir algum movimento nas contas 435 e 4835, efetuar também o seguinte lançamento, com data de 31/12 e o Nº DOC sequencial na contabilidade: Débito Crédito 435 …………… 511 (valor a negativo) 4299 ………….. 511 (valor a positivo) 511 …………… 4835 (valor a negativo) 511 …………… 48299 (valor a positivo) e) Após o registo dos lançamentos acima mencionados deverão voltar a efetuar o Apuramento de Resultados e proceder a novas exportações para o IGEFE relativas ao mês de DEZEMBRO. O utilizador GESTOR tem a possibilidade de a qualquer momento desbloquear o mês de DEZEMBRO. f) No CIBE não deve ser efectuada qualquer alteração, mantendo-se os registos associados à conta 435. g) Em 2018, tendo por base a informação que será convertida pela nova aplicação do CIBE, no lançamento de abertura os montantes do património bruto e amortizações acumuladas que transitam da 435, são considerados nas contas 443 e 4483.”
Moral da história: o modelo do TdC nao contempla as Imobilizações Incorpóreas de 2017 (que agora com o SNC-AP são o chamado Ativos fixos Incorpóreos). O que a JPM não diz é que na plataforma online para submissão da gerência, o TdC permite o lançamento (mas apenas de forma manual, dado que pela criação do XML existem os condicionalismos supracitados).
Quando corre mal, vem a JPM cá para fora dizer que a criação da 435 é da responsabilidade do IGeFE, quando deveriam ter confrontado com o respetivo modelo xsd do TdC, coisa que aparentemente não fizeram e daqui resultam algumas conclusões interessantes:
1º) Mesmo admitindo que seja verdade que a responsabilidade da criação da conta 435 seja do IGeFE, caberia à software house fazer a respetiva contra-análise com a estrutura do ficheiro xsd do Tribunal de Contas e assim vêm palrar a atirar culpas a outras, aliás o que parece já ser recorrente com a empresa de Leiria. Falharam em toda a linha na verificação informática e contabilística. Porque se o programa me oferece a possibilidade de registo de software informático em imobilizações incorpóreas, naturalmente seria esta a conta mais correta para refletir o movimento contabilístico.
São estes os técnicos que dão no relatório de auditoria do TdC (segundo as afirmações do Cipriano que remete, de forma habilmente manipulada para estes estas afirmações dos mesmos em função dos contatos com as escolas) que não conseguiram resolver a situação, como ainda dizem para excecionalmente considerar (aquelas escolas com movimentos nessa conta) numa conta de “Outras imobilizações corpóreas”.
Mas dizem que obtiveram resposta daquele instituto para tal. Admitindo que tal é verdade só contaram o IGeFE para, antes de mais se tentarem livrarem de responsabilidades. Uma coisa é certa enquanto responsáveis pelo software a responsabilidade é deles e só deles. Não andassem a dormir, até porque quando querem, bloqueiam ou ativam a seu bel prazer as contas, como por exemplo, aquela da entrega e recebimento das guias do tesouro numa única conta de devedores diversos.
2º) Embora indelevelmente exista sempre responsabilidade da JPM pelo erro contabilístico e informático (temos pena mas é verdade), nesta atualização bradaram a viva voz que a responsabilidade é dos outros, neste caso do IGeFE. Mesmo que a responsabilidade de criação tenha sido deles, fica aqui patente a pouca colaboração e acima de tudo falta de lealdade e cooperação institucional ao mandar peixeirada às unidades orgânicas. Já se sabe que a Diretora do DOGEEBS não pesca nada absolutamente nada de contabilidade pública e ainda se apropriar do trabalhos dos respetivos colaboradores (aliás se fosse colocada a exercer funções na contabilidade de um Agrupamento então é que iam ver tamanhas competências – mas lá está os burros são as AT’s das escolas), ao ponto do Cipriano ser uma verdadeira muleta da mesma ao longo destes anos. Um set-a-side com estes dois, como se diz no Alentejo, já não era sem tempo, mas lamentavelmente temos um baixo alentejano passivo. Se existe um nome sinónimo para chulice na verdadeira aceção da palavra então esse nome é Clara Petra Viana. A incompetência tem de ser gerida com ditadura, mesmo sendo uma besta de esquerda, ex-chefe de gabinete do ex-Reitor da UA! Muito caviar, portanto…A título meramente pessoal preferia ser chefiado por um cagalhão, do que por Petra Viana (especialmente quando se apanha uma aberta de sinceridade espontânea). Siga para Bingo!
Sugestões para quem tinha lançamentos de software informático nas imobilizações incorpóreas:
Como dizia o outro, salvo melhor entendimento dar entrada do texto desta atualização, e/ou eventuais comunicações e dar conhecimento ao respetivo Conselho Administrativo da vossa unidade orgânica.
Como é que se formaliza isto em termos contabilísticos? Para os colegas que não estão tão dentro, tal resolve-se através de uma coisa que se chama “Anexo ao Balanço e Demonstração de Resultados”, que dito de forma simplificada destaca todas as situações que ajudem a explicar os dados constantes do balanço e da demonstração de resultados. Como esses chico-espertinhos de Leiria andaram a fazer asneiras, mesmo dizendo que a responsabilidade pela criação da conta é do IGeFE, nesse anexo fazem um pequeno texto a explicar essa passagem da 435 para a 4299 e que tal se deve a circunstâncias informáticas/contabilísticas e anexam essa atualização e/ou eventuais emails trocados com a JPM.
Qual é a a consequência se não fizerem isso?  Daqui a algum tempo esses ditos técnicos ainda vos vão atirar à cara ao telefone e/ou pelo email na área reservada da JPM que deveriam ter lançado de outra forma e não dessa.
Depois das afirmações, cuja responsabilidade é do Senhor Cipriano ao TdC (e que estão alinhadas com as da Inovar e da inteligiência artifical Farrajota na 2ª Reunião de Acompanhamento da UNILEO em setembro de 2017, espero que estejam a perceber o quadro que foi pintado por estes três artistas…qual a finalidade? Façam as vossas apostas…aqui já se está a ver o filme e isto depois de se conjugar com as respostas períodicas mensais à UNILEO…
Nota final: Qualquer destes três pinheiros falam num denominador comum e que é ausência de pessoal com qualificações académicas e profissionais. Agora a questão é tão simples quanto isto: ausência siginfica que não existe ninguém no universo dos AT’s. Será que não existem Contabilistas Certificados e com experiência profissional, quer privada, quer fundamentalmente nas escolas que é o que mais interessa? Podem não ser em quantidade ideal, mas existem, logo essas afirmações para além de não terem fundamento estatístico validado são ainda tendenciosas e como tal altamente difamatórias de toda uma classe profissional. A minha pergunta por exemplo é: será que por exemplo na JPM têm experiência profissional em contabilidade ao nível escolar, ou pensam que é só sair da ESTG do IPL só porque são licenciados maioritariamente em gestão ou então fazem um semestre de mestrado no ISCAC numa escola em Leiria e pensam que são os maiores? Se não fossem o feedback das escolas vocês também andariam à nora. É que muitas vezes as dúvidas também são relacionadas com o vosso maravilhoso programa tao bem delineado…mas claro nisso nem falam!
Obviamente nem tudo será fácil e existem possivelmente limitações, agora não podem tratar assim toda uma classe! De resto o próprio TdC usa a expressão “em grande parte” e não a expressão “ausência” ou “falta” como usaram as softwares houses. Há uma linha que separa estas afirmações! E que estão em linha com o vogal do CD do IGeFE. Resta saber este estranho alinhamento planetário! Em atualização permanente!

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